sábado, 20 de março de 2010

TEMA: “AS NOVAS COISAS QUE DEUS NOS DÀ”
Texto: (Is. 42 9)

Introdução: Agora nos somos filhos de Deus, nascidos de novo: passamos da morte para a vida.

I. DEUS NOS DÀ UM NOVO PRAZER
1. Não mais os antigos e ilusórios prazeres da vida mundana: Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer, (Is, 55, 2,)
2. Andávamos em más companhias: Bem – aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores, ( Sl, 1, 1 )
3. O seu prazer é para com a palavra de Deus: Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e nela medita de dia e de noite, ( Sl, 1, 2,)
4. O prazer de orar e de servir a Deus em espírito e verdade: Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade: porque o Pai procura a tais que assim o adorem, ( Jô. 4, 23 )

II. UMA NOVA ESPERANÇA
1. O homem sem Deus, vive sem “ esperança”: Que naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos concertos da promessa, e não tendo esperança, e sem Deus no mundo, ( Ef, 2, 12 )
2. Agora como disse Pedro, temos um a “viva” esperança,: Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentro os mortos,( I Pe, 1, 3 )
3. Temos esperança das coisas eternas: Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que se não pode murchar, guardada nos céus para vós. ( I Pe,1, 4 )

III. UM NOVO ALVO
1. Nosso alvo é viver para Jesus e com Jesus: Aquele que diz que está nele, deve andar como ele andou, ( I Jô. 2, 6 )
2. Nosso alvo é viver cheios do Espírito Santo, ( Ef, 5, 18 )
3. Nosso alvo é fazer a plena vontade de Deus: Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu,( Mt, 6, 10 )

IV. UMA NOVA CERTEZA
1. A certeza da salvação: E eles disseram: Crer no Senhor Jesus Cristo, e será salvo, tu e a tua casa, ( At, 16, 31 )
2, A certeza da vida eterna, Na verdade, na verdade vos digo, que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas, passou da morte para a vida, (Jô, 5 24,)
3. A certeza da volta de Cristo: Os quais disseram: Varão Galileu, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de
Vir assim como para o céu o vistes ir, (At, 1, 11)

Quem está em Cristo Nova Criatura é As coisas velhas se passaram, e tudo se fez Novo (II Co, 5, 17)
TEMA: “TOME A SUA CRUZ”



Texto: (MT. 10,38)

Introdução: A cruz de Cristo é símbolo de sofrimento.

I. SOFRIMENTO
1. Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando - nos o exemplo, para que sigais suas pisadas, (I PE, 2,21). Mais alegrai – vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis, ( I Pe, 4,13)
II. MORTE. È nós somos, testemunhas de todas as coisas que fez, na terra da Judéia como em Jerusalém, ao qual mataram, pendurando - o num madeiro, (At.10.38)
III. VERGONHA, Olhando para Jesus, autor e consumador da fé o qual pelo o gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz desprezando a afronta, e assentou – se á destra do trono de Deus.(hb.12,2)
IV. ZOMBARIA. E os que passavam blasfemavam dele meneando a cabeça, (MT. 27,39)
V.REJEIÇÂO E chegando – vos para ele a pedra viva reprovada na verdade pelos os homens, mas para com Deus eleita e preciosa, (dois PE, 2,4)
VI. RENÙCIA.PESSOAL. Então disse Jesus aos seus discípulos: se alguém quiser vir após mim renuncie a si mesmo, toma sua cruz e sega – me, (MT, 16,24). Quando o crente toma sua cruz e segue a Cristo, ele nega – se a si mesmo, (Lc, 14,26) e decide abraçar quatro classes de lutas e sofrimentos. (1) Lutar até o fim contra o pecado, (I PE, quatro, 1,2), crucificando suas propinas concupiscências, (I PE, 2,11; 21,24) (2) Lutar contra satanás e os poderes das trevas, para estender o reino de Deus,
(dois Co. 10 4,5) e enfrentar a hostilidade do adversário e das hostes infernais, (dois Co. seis 3,7; 11 23,29; I PE, cinco, 8,10, (3) sofrer, o opróbrio, (desonra injúria, ódio e o escárnio do mundo (Hb, 11,25; Jô. 15 18,25), por testificarmos, com amor que suas obras são más (Jô, 7,7), por separarmos – nos dele moral e espiritualmente e por rejeitarmos seus padrões e suas filosofias.
(I Co, um, 21,27)